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Procurador do MPT-PI aborda trabalho escravo com estudantes do Dirceu II

O Ministério Público do Trabalho no Piauí tem percorrido escolas da rede pública estadual para conscientizar os jovens e adolescentes sobre o trabalho escravo. Nesta quarta-feira, o procurador Carlos Henrique Leite esteve no Centro de Ensino de Tempo Integral (CETI) Antônio de Almendra Freitas, localizado no Dirceu II, em Teresina, em palestra com os estudantes sobre o trabalho do MPT no combate ao trabalho escravo.

A palestra atende a um convite formulado pela professora da disciplina de História, que integra o projeto pedagógico “Trabalho escravo contemporâneo: conhecer para combater”. Durante a palestra, foi abordado o que é o trabalho escravo, causas, consequências e a legislação que combate o tema. “Essa é uma temática de atuação muito firme do MPT e o que queremos é justamente sensibilizar os nossos jovens para a existência do trabalho escravo contemporâneo e os prejuízos dele para toda a sociedade. O trabalho escravo, infelizmente, ainda é uma realidade presente em muitos lares do Brasil e no Piauí não é diferente”, comentou o procurador.

A professora Maria Auxiliadora, da disciplina de História, fez uma contextualização do trabalho escravo e ressaltou a importância de se garantir os direitos trabalhistas. “Durante muitos anos, se comparou o pior com o pior. Como se o trabalho escravo fosse a única alternativa viável de vida e isso não é verdade. O MPT tem grande atuação nessa área, inclusive também no combate ao trabalho infantil. Por isso, trazer a experiência dos representantes desse órgão é tão importante”, pontuou a professora.

O procurador destacou que, no Piauí, as principais características encontradas que configuram o trabalho escravo são as condições degradantes de trabalho. “Muitas vezes, o trabalhador até recebe o valor acordado com as diárias, mas sem nenhum outro direito observado, como assinatura de carteira de trabalho, direito a férias, 13º salário. E isso sem falar das condições subumanas de alojamentos, muitas vezes ao relento, com trabalhadores precisando dormir, fazer suas necessidades fisiológicas e se alimentar ao relento, sem nenhuma espécie de proteção”, enumerou.

No Piauí, no ano de 2025, nenhum trabalhador foi resgatado ainda em situação análoga à de escravidão. No entanto, o estado contabiliza 30 trabalhadores piauienses resgatados no interior da Bahia, na cadeia produtiva da carnaúba. O empregador foi identificado e também é piauiense. Nos anos de 2022, 2023 e 2024, o estado resgatou 180, 159 e 14 trabalhadores, respectivamente, ficando entre os primeiros do país com o maior número de resgates.

Ao final da palestra, o procurador ressaltou que o MPT também está de portas abertas para receber denúncias relacionadas ao trabalho escravo. As denúncias podem ser feitas de forma presencial em qualquer uma das unidades do MPT, seja na capital ou nos municípios de Picos e Bom Jesus, ou ainda pelo site www.prt22.mpt.mp.br, e ainda pelo whatsApp, no (86) 99544 7488. Elas podem ser sigilosas e/ou anônimas.

Tags: trabalho escravo, Ministério Público do Trabalho, escolas, palestra

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